Acre: Arco Viário de Rio Branco promete mudar trânsito e economia da capital do Estado

Com investimento de R$ 105 milhões, Arco Viário de Rio Branco inicia obras e deve transformar mobilidade urbana, escoamento agrícola e geração de empregos.

O Arco Viário de Rio Branco, também chamado de Arco Metropolitano, começou a ser construído nesta segunda-feira (18). A obra, aguardada há anos, promete transformar a mobilidade da capital acreana e impulsionar o desenvolvimento regional. O projeto integra o Programa de Infraestrutura e Saneamento do Acre (Proisa) e marca uma das principais iniciativas do governo estadual em 2024.

Financiado por operação de crédito externo junto ao Fonplata e complementado com R$ 38 milhões de emenda parlamentar do senador Márcio Bittar, o investimento total chega a R$ 105 milhões. O recurso será aplicado em quatro trechos pavimentados, totalizando 27,78 km, além da construção da 6ª ponte sobre o Rio Acre, que terá 326 metros de extensão.

Segundo o governador Gladson Cameli, a obra é “um marco” para o Acre. O gestor destacou benefícios como redução do trânsito pesado no centro da capital, estímulo à agricultura familiar e geração de empregos. “É o ano do executar. Essa obra garante direito de ir e vir, melhora o escoamento da produção e aquece a nossa economia”, afirmou Cameli.

A presidente do Deracre, Sula Ximenes, reforçou que o projeto deve “desafogar o trânsito dentro de Rio Branco, trazendo mais segurança e mobilidade”.

O senador Márcio Bittar ressaltou não apenas o impacto econômico, mas também o simbolismo da obra. Para ele, o Arco Viário mostra que “o Acre pode trilhar o mesmo caminho que outros estados da federação trilharam”. Já o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, destacou a valorização das propriedades e o potencial de atração de novos investidores ao longo da via.

Com previsão de execução por etapas, o Arco Viário de Rio Branco representa mais que uma intervenção rodoviária: é visto como catalisador de crescimento econômico, modernização urbana e integração produtiva. A obra ainda está em fase inicial, mas especialistas apontam que seu impacto pode redefinir o futuro da capital acreana e do estado como um todo.

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