Prefeitura de Itacoatiara avalia Casa de Farinha para ampliar acesso da agricultura familiar à merenda escolar

Visita técnica busca garantir regularização sanitária e fortalecer a participação de produtores locais nos editais de abastecimento público.

Uma equipe técnica da Prefeitura de Itacoatiara esteve na Casa de Farinha da Associação de Produtores Rurais da comunidade Monte Cristo, região do Rio Arari, para avaliar condições de funcionamento e avançar na regularização do espaço. A ação integra a estratégia municipal de ampliar o acesso da agricultura familiar aos editais de fornecimento de merenda escolar — pauta que tem peso direto na renda dos produtores locais.

A visita foi conduzida pela Secretaria Municipal de Produção, Abastecimento e Políticas Fundiárias, com apoio do Departamento de Vigilância em Saúde, responsável pela análise das condições de higiene, estrutura física e procedimentos de funcionamento. A prefeitura afirma que o objetivo é simples, mas decisivo: garantir que as unidades estejam aptas a participar das compras públicas, um dos principais canais de comercialização para comunidades rurais.

Durante a inspeção, a secretária executiva da pasta, Lorena Leal, reforçou o caráter estratégico da iniciativa. “Nosso compromisso é assegurar que esses espaços de fomento do setor primário estejam preparados para acessar os editais e fortalecer a renda das famílias. A agricultura familiar é fundamental para o município, e garantir a regularização desses locais gera mais oportunidade, dignidade e desenvolvimento no campo”, afirmou.

Produtores da região avaliam que o processo de regularização é um passo necessário para garantir competitividade e presença constante nos programas de alimentação escolar — um mercado estável, de pagamento público e com impacto direto na sustentabilidade das associações rurais.

Com a agenda de vistorias em andamento, a Prefeitura de Itacoatiara afirma que pretende ampliar a participação de agricultores familiares na rede municipal de abastecimento, reforçando qualidade, segurança alimentar e desenvolvimento rural. A expectativa é que unidades regularizadas ampliem sua capacidade de fornecimento e consolidem a produção como parte integrante da economia local.

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